Sites de candidatos ampliam relação com eleitorado

Durante as campanhas eleitorais, os prefeituráveis aproveitam os recursos da Internet para divulgar suas propostas e entrar em contato com o eleitor.

Tatiane Martins – thaty_martins@hotmail.com

No dia 5 de outubro, mais de 340 mil eleitores foram às urnas escolher o novo prefeito de Joinville entre os sete candidatos que estavam na disputa. Muitos fatores foram decisivos para os cidadãos definirem o voto. As propostas e a seriedade dos concorrentes fizeram a diferença na hora da escolha. Nesse processo, o apoio de uma mídia digital pode ser um suporte estratégico para conquistar os eleitores e estabelecer uma relação mais próxima com as pessoas.

Cinco dos prefeituráveis desenvolveram uma página virtual, onde concentraram todo tipo de informação sobre a campanha. Sem exceção, todos os sites apresentavam uma biografia sobre o candidato e seu vice, o plano de governo focado nas propostas mais importantes. Além da agenda com os compromissos e notícias que envolviam os políticos. Segundo Eduardo Dalbosco, coordenador geral da campanha de Carlito Merss (PT), a internet promove uma divulgação mais intensa de informações. “Tudo o que acontece durante a campanha entra no site e o eleitor acessa a qualquer hora. É uma relação mais transparente”, afirma.

Na interface digital, as campanhas aproveitaram também toda a interatividade e recursos que a Internet disponibiliza: enquetes, áudios, vídeos. As propagandas eleitorais também ficaram disponíveis. Os jingles e fotos podiam ser baixados por internautas, para virarem toques de celular e papel de parede de computador. Para Thiago Brizola, assessor de imprensa de Rodrigo Bornholdt (PDT), “o site possibilita um contato mais próximo do cidadão e da sua necessidade”.

As normas de utilização dos sites pelos partidos estão regularizadas pela Resolução n° 22.178 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para as eleições municipais deste ano, a propaganda eleitoral estava liberada desde 6 de julho. O TSE determinou que a página virtual dos candidatos poderia ficar no ar até a antevéspera da eleição, dia 3 de outubro.

Os sites são de total responsabilidade dos seus gestores e devem atender ao padrão http://www.nomedocandidatonumerodocandidato.can.br. O registro do domínio é gratuito, mas é o candidato quem paga pelos custos de criação, hospedagem e manutenção, que giram em torno de R$ 200, para os três meses de campanha. Se o político desejar criar o próprio domínio, com terminação que não seja can.br, deverá fazê-lo diretamente com órgão gestor (www.registro.br).

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