Primeira Edição, Joinville, 17 de setembro de 2008

Joinville tem cinco candidatos a vereador com idade até 20 anos

Setembro 17, 2008 – Dos 280 candidatos a vereadores em Joinville, apenas cinco têm idade entre 18 e 20 anos.

Candidato de SC é o terceiro parlamentar mais rico do país

Setembro 17, 2008 – Neste ano, acontecem as eleições para prefeito e vereador em todas as cidades do país, e assim como nas eleições passadas, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou a declaração de bens de todos os candidatos.

Reforma da Praça Lauro Müller prejudica comerciantes

Setembro 17, 2008 – Materiais de construção bloqueiam trajeto de pedestres e comprometem acesso a lojas.

Bebedeiras em postos de combustíveis deixa Joinville mais perigosa

Setembro 17, 2008 – Bebida e volante sempre foi uma combinação extremamente perigosa. Porém, observar pessoas consumindo bebidas alcoólicas em postos de combustíveis se tornou uma cena freqüente. São jovens que após beberem conduzem seus veículos pelas ruas de Joinville. Uma verdadeira ameaça a pedestres e outros motoristas.

“Sua ligação é muito importante para nós”

Setembro 17, 2008 – Saiba a diferença entre os prefixos 0300, 0500, 0800, 0900 e 4000 e o quanto cada um custa para o consumidor. 20h40

Chef de Joinville ensina receita de petit gateau

Setembro 17, 2008 – O contraste entre o quente e o frio que deu certo na culinária francesa, foi incorporado à culinária local

Projeto homenageia os 50 anos da Bossa Nova

Setembro 16, 2008 – As apresentações acontecem em quatro pontos de Joinville até o final de setembro. Influenciada por jazz, samba e bossa nova, Ana Paula da Silva é a responsável pelo projeto inaugurado em agosto

Joinville tem cinco candidatos a vereador com idade até 20 anos

Dos 280 candidatos a vereadores em Joinville, apenas cinco têm idade entre 18 e 20 anos.

Francine Hellmann e Alexandre Perger – fran_hellmanns@yahoo.com.br / ale.perger@gmail.com

O quadro de cinco candidatos com menos de 20 anos reflete uma realidade nacional de desilusão da juventude com a política, constatada pela pesquisa Datafolha de maio e pela pesquisa Vox Populi de julho deste ano. Os estudos demostram que a maioria dos jovens entre 16 e 25 anos depositam seus sonhos em bens materiais. Ideologias políticas não despontam como principais valores desta faixa etária e 74% dos entrevistados afirmam não ter nenhum interesse em participar de agremiações partidárias.

Charles Henrique Voos (PDT), 20 anos, é o quarto concorrente mais jovem à Câmara de Vereadores de Joinville. Para ele, é necessário retirar os “velhos dinossauros” do Legislativo. “A Câmara é um local de representatividade de todos os seguimentos da cidade, inclusive da juventude”, acredita. O Partido Democrático Trabalhista não foi escolhido por acaso. Convidado por oito partidos, Charles decidiu entrar no PDT pela maior possibilidade de eleger-se.

A decisão foi matemática: O partido lançou 14 candidatos. Segundo Charles, nenhum deles possui grande expressão. Assim, caso garanta-se o coeficiente eleitoral necessário para conquistar uma cadeira na Câmara, há maior possibilidade de um candidato jovem e com poucos votos se eleger.

A mais jovem cidadã a disputar o pleito municipal é a estudante do ensino médio Tailaine Smieguel (PV). Com 18 anos de idade, a garota espera “mudar o jeito de fazer política em Joinville”. Filha do presidente municipal do Partido Verde, José Carmelito Smieguel, Tailaine convive com política desde os 6 anos de idade. Porém, apenas este ano, com um curso oferecido pela legenda, tomou conhecimento sobre o sistema administrativo da cidade.

Tailaine e Charles não compartilham a mesma expectativa com relação aos votos dos eleitores da sua mesma faixa etária. Com materiais específicos, o pedetista espera conscientizar a juventude que “só um jovem entende os jovens”. Já Tailaine acredita que esta parcela do eleitorado não se interessa por política.

A pesquisa Vox Populi, realizada em julho deste ano, reflete que o assunto administração da cidade, Estado ou país não é o preferido dos cidadãos brasileiros entre 16 e 24 anos. De acordo com o levantamento, se o voto não fosse obrigatório, apenas 26% destes eleitores compareceriam às urnas. Dentre os entrevistados, 39% desconhecem a lei que proíbe a compra de votos e 70% não tem nenhuma inserção social ou partidária. Em Joinville, aproximadamente 60 mil eleitores têm entre 16 e 25 anos.

A estudante Jaqueline Mello, 19 anos, está entre os 52% de jovens brasileiros que estão desiludidos com a política e não acompanham o horário eleitoral gratuito. Para ela, o que os candidatos praticam é “politicagem”. “Isso faz com que o povo se desinteresse pela propaganda eleitoral”, afirma.

Entre os 47% que acompanham está a estudante Tatiane Sabatike, 18 anos. Ela acredita que os rumos que a sociedade irá tomar dependem do resultado nas urnas. Para ela, as ideologias partidárias independem dos filiados. “O dia em que a população descobrir o que é ideologia e se identificar com alguma, tudo vai melhorar”, afirma. Assim como Tatiane, 13% dos jovens ainda levam em consideração o partido na hora de escolher seus candidatos.

Candidato de SC é o terceiro parlamentar mais rico do país

Neste ano, acontecem as eleições para prefeito e vereador em todas as cidades do país, e assim como nas eleições passadas, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou a declaração de bens de todos os candidatos.

Andressa Thayse Schulzeandressathayse@gmail.com

No dia 5 de outubro acontecem as eleições para prefeito e vereador em todas as cidades brasileiras. Por este motivo o TSE ( Tribunal Superior Eleitoral) divulgou a lista com a declaração de bens de todos os candidatos. Em Santa Catarina o candidato a prefeito de São José enriqueceu milhões em dois anos.

Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o deputado federal Djalma Berger (foto) foi o candidato que mais enriqueceu desde a última declaração, quase R$4 milhões em apenas dois anos. O candidato a prefeito de São José pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro), só não é mais rico do que Paulo Maluf (PP) e Reinaldo Nogueira(PDT),ambos de São Paulo.

Em 2006, quando se candidatou a uma cadeira na Câmara dos deputados,Berger declarou à Justiça Eleitoral possuir pouco menos de R$1,5milhão,valor que passou para R$5,5milhões nestas eleições. Ainda segundo o TSE, o atual deputado foi o parlamentar que mais enriqueceu dentre os 85 candidatos às prefeituras deste ano. Em dois anos o político aumentou 286% o valor de seus bens.

Questionada sobre o crescimento elevado de bens do candidato, a assessoria de imprensa de Djalma Berger em Santa Catarina, informou que os bens são os mesmos de 2006, o que aumentou foram os preços de mercado, e um valor de mais de R$ 2 milhões que o deputado tem para receber de empresas.

Dentre os bens declarados, o candidato possui três terrenos em Florianópolis, três apartamentos, duas lanchas, três automóveis e duas casas, uma no valor de RS 220 mil e a outra de quase R$500 mil. Berger possui ainda salas comerciais e edifícios residenciais.

Comparação
O deputado federal concorre às eleições deste ano com outros quatro candidatos, Adeliana Pont (PMDB), Carlos Muller (PSTU), Círio Vandresen (PT) e Fernando Elias (PSDB), que juntos possuem um total de bens de aproximadamente R$1,3 milhões, quase quatro vezes menos do que possui Djalma Berger.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), São José possui atualmente um PIB (Produto Interno Bruto) de aproximadamente R$1,6 milhões, o que equivale a uma renda per capita de quase R$ 9 mil por ano. Se compararmos com a riqueza acumulada pelo candidato neste mesmo período veremos que Djalma Berger arrecadou uma renda superior a 220 vezes o valor arrecado por uma única pessoa e três vezes o valor do PIB.

Em uma outra comparação feita entre Djalma Berger e Rodrigo Bornholdt, candidato a prefeito de Joinville,e que possui um total de bens declarados à Justiça Eleitoral de R$2,7 milhões, o deputado são-josefense possui quase duas vezes o total de bens de Bornholdt, algo equivalente a 105%.

Berger é natural de Bom Retiro, na região serrana de Santa Catarina. Formado em administração e engenharia civil, o deputado entrou na vida pública em 1997, trabalhando como secretário de Transportes e Obras da prefeitura de São José. Em 2006 foi eleito deputado federal, sendo o terceiro candidato de Santa Catarina mais votado, com 126419 votos.

Reforma da Praça Lauro Müller prejudica comerciante

Materiais de construção bloqueiam trajeto de pedestres e comprometem acesso a lojas

Charles França – xarlysss@yahoo.com.br

Não se pode agradar a gregos e troianos, diz o ditado. E a reforma da Praça Lauro Müller, onde fica a Biblioteca Municipal Rolf Colin, em Joinville, serve de exemplo. Enquanto os artesãos comemoram a revitalização de seu espaço de trabalho, há quem reclame justamente de ter seu espaço violado, ainda que temporariamente.

Ivanira Wogles da Silva, de 46 anos é proprietária da Casa do Artesanato, que vende telas a óleo, flores artificiais, rendas, entre outros enfeites, e fica exatamente na metade da Rua Comandante Eugênio Lepper, que liga as ruas Nove de Março e Engenheiro Niemeyer. A loja tem duas grandes portas metálicas. Uma delas ficou bloqueada por pedras e areia que serão utilizadas na calçada.

O material de construção impede o livre acesso dos pedestres. Eles têm apenas um estreito caminho por onde trafegar, o qual só é avistado quando se chega perto. Conseqüentemente, há mais de uma semana, a comerciante quase não recebe fregueses. “Tenho passado dificuldades aqui”, reclama.

Três meses de atraso
A reforma da praça, que deveria ter começado em maio, atrasou três meses. O término está marcado para outubro, logo no começo do mês. Curiosamente, o período é próximo das eleições. O presidente da biblioteca municipal, Reginaldo Jorge dos Santos, garante que a proximidade de datas não passa de coincidência. “Parece que nessa cidade, em ano político, não se pode fazer obras. Não se pode pavimentar, hospital não vai atender…”, ironiza Santos.

Orçado em pouco mais de R$ 290 mil, o projeto acarretará a extinção da Rua Comandante Eugênio Lepper. No lugar haverá um calçadão com mais de 50 metros de comprimento por nove de largura, parecido com o que havia na Rua do Príncipe, de onde os artesãos foram retirados em 2004. Em vez de brita e asfalto, serão colocadas pedras retangulares e faixa de orientação para deficientes visuais, como as da maior parte das calçadas do centro.

Os comerciantes cujos estabelecimentos ficam próximos à praça estão otimistas. Francine Aparecida Wilbert, de 19 anos, atendente da Dita Bijuterias e Peças para Montagem, percebe que o movimento de clientes permanece o mesmo. “Quem vai comprar com os artesãos, passa em frente (à loja), se interessa por algo e entra”. Já o dono do salão Assis Cabeleireiros, Assis Machado, de 53 anos, crê que a reforma “trará benefícios para todos os joinvilenses”. Segundo ele, vai originar não apenas um espaço agradável mas também proporcionará melhores condições de trabalho para os artesãos.

Bebedeiras em postos de combustíveis deixa Joinville mais perigosa

Bebida e volante sempre foi uma combinação extremamente perigosa. Porém, observar pessoas consumindo bebidas alcoólicas em postos de combustíveis se tornou uma cena freqüente. São jovens que após beberem conduzem seus veículos pelas ruas de Joinville. Uma verdadeira ameaça a pedestres e outros motoristas.

Rogério Giessel – rogeriogiessel@hotmail.com

Noite de sexta–feira em Joinville, vários carros adentram as dependências de um posto de combustível. A bordo dos veículos, geralmente jovens com idades que oscilam entre 19 a 25 anos. Eles iram se juntar a outros com as mesmas características para um só objetivo, consumir bebidas alcoólicas antes de partirem para outros eventos na noite joinvilense. A prática é conhecida entre eles como “esquenta”. O perigoso ritual geralmente é regado a muita cerveja, vodca e outras bebidas destiladas compradas no próprio estabelecimento.

Contrariando uma lei municipal que proíbe a pratica da bebedeira nesses ambientes, os adeptos beneficiados pela falta de fiscalização estão presentes em quase todas as lojas de conveniência instaladas em postos de combustíveis. Muitos proprietários são conivente e apostam na falta de fiscalização. Em Joinville, não são poucos os postos de combustíveis que servem como “points” para essa prática, e o que aparenta ser somente ser uma diversão ou uma nova “onda”, representa na verdade um risco a vida de quem trafega pelas ruas nas noites da cidade.

O jovem F.O, 20 anos, conta que os esquentas já fazem parte de sua rotina desde os 18 anos. Ele perdeu um amigo que colidiu frontalmente seu carro com um ônibus coletivo em 2006. “Ele saiu do posto já bastante alterado, muito embriagado mesmo. trinta minutos depois recebemos a notícia de sua morte, ainda estávamos no posto bebendo”, relembra F.O. Diante da tragédia do amigo, o jovem continua consumindo bebidas alcoólicas e dirigindo pelas ruas de Joinville.

Principal causa de mortes no trânsito
Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde não preocupam as autoridades catarinenses e joinvilenses. De acordo com as estatísticas, Santa Catarina ocupa a liderança nas mortes produzidas pelo trânsito. O ministério da Saúde divulgou em 25 de abril do ano passado a taxa média de mortalidade no trânsito.

O Estado está no assustador primeiro lugar do ranking. Ocupa a ponta da lista com uma média de 32,2 óbitos para cada mil habitantes. Na seqüência, estão os estados de Roraima (30,9), Mato Grosso do Sul (30,8), Mato Grosso (30,5), Paraná (28,7) e Goiás (27,4). Os números são de 2005, mas é provável que com a ineficiente fiscalização, pouca coisa tenha mudado.

A medida já foi implantada em Joinville através do projeto de lei número 129/2002, aprovado pela Câmara de Vereadores de Joinville. Em vigor desde 2002, de autoria do ex-vereador do PT, Manoel Francisco Bento. O projeto alterou a lei complementar Nº 76, com o inciso 3º que diz: “Fica proibido o consumo de bebidas alcoólicas no ambiente dos postos de revenda de combustíveis”. Em Joinville, assim como no demais municípios do país, a lei existe apenas no papel e irrita Bento. Segundo o ex-vereador, as autoridades municipais responsáveis pela fiscalização e autuação dos infratores, simplesmente ignoram a lei. “É um verdadeiro desrespeito ao contribuinte que paga seus impostos e tem sua vida ameaçada pelo descaso das autoridades” lamenta Bento.

Policiais consomem em posto
O proprietário de um dos postos, onde é freqüente a bebedeira diz que essa é uma lei de difícil fiscalização. “Apesar de meu estabelecimento possuir uma placa em local visível alertando sobre a proibição, muitas pessoas compram a bebida e consomem aqui mesmo”, alega. O proprietário afirma que chama a atenção de quem desrespeita o aviso, mas, eles simplesmente atravessam a rua e continuam a beber em frente ao posto. O comerciante também faz uma denuncia grave, “Até Policiais Militares em serviço tomam uma cervejinha de vez em quando”.

A Vigilância Sanitária, seria o órgão encarregado da fiscalização. O Ministério Público Estadual (MPE), explica que por se tratar de uma lei municipal, o fato de se consumir bebidas alcoólicas nos ambientes dos postos de gasolina caracteriza-se uma infração administrativa e, portanto, responsabilidade municipal.

Entretanto, a fiscal sanitarista, Geovana Viana Mendes, alega que essas situações geralmente ocorrem no período noturno, e o expediente da vigilância vai até as 18 horas e 30 minutos. “Como a prefeitura não paga horas extras e nem horas plantão, nós não realizamos fiscalização noturna” conclui a sanitarista. Já no comando da Polícia Militar, a informação era de que a PM somente interfere quando há uma denuncia de excessos no consumo de bebidas alcoólicas ou uma solicitação do proprietário do posto. A posição das duas instituições diante do problema deixa claro o descaso com o bem estar e a segurança da sociedade joinvilense.

Prefeitura implanta nota fiscal eletrônica

O objetivo é desburocratizar as ações municipais, racionalizar custos e agilizar os processos

Edson Azevedo – edson.jve@hotmail.com

A partir de 1º de outubro, a Prefeitura de Joinville inicia o processo de implantação da nota fiscal eletrônica de serviços, a NF-e. A intenção da Secretaria Municipal da Fazenda é desburocratizar as ações municipais, gerar economia e racionalizar os recursos. A nota fiscal eletrônica de serviços é um embrião do modelo municipal de documento fiscal eletrônico.

A pretensão é substituir a atual sistemática de emissão do documento fiscal em papel, da GIPS (Guia de Informação de Prestação de Serviços) e da geração da guia de recolhimento do ISSQN, simplificando a vida dos contribuintes. O novo sistema também ajudará a prefeitura no acompanhamento, em tempo real, das operações de prestação de serviços, facilitando as atividades de fiscalização.

A nota fiscal eletrônica substituirá as notas fiscais tradicionais, permitindo a emissão, impressão, reimpressão, cancelamento, armazenamento eletrônico, consulta, geração automática da guia de recolhimento do ISS. Também permitirá ao contribuinte acompanhar o pagamento das guias emitidas e a verificação de autenticidade das notas fiscais além de outras funcionalidades.

A NF-e é um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente. O intuito é documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção, pelo Fisco, do documento eletrônico.

Facilitar consulta

A NF-e proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma transação comercial, como a redução de custos de impressão do documento fiscal, uma vez que o documento é emitido eletronicamente. O modelo da NF-e contempla a impressão de um documento em papel, chamado de documento auxiliar da nota fiscal eletrônica (DANFE), que acompanha o trânsito das mercadorias e facilita a consulta da respectiva NF-e na internet. Apesar de ainda haver a impressão de um documento em papel, nota-se que também pode ser impresso em apenas uma via.

Atualmente os documentos fiscais em papel devem ser guardados pelos contribuintes, para apresentação ao Fisco. A redução de custo abrange não apenas o espaço físico necessário para adequado arquivamento de documentos fiscais, mas também toda a logística que se faz necessária para sua recuperação.

Um contribuinte que emita 100 notas fiscais por dia, contará com aproximadamente 2.000 notas por mês, acumulando cerca de 120.000 ao final de 5 anos. Ao emitir os documentos apenas eletronicamente a guarda do documento eletrônico continua sob responsabilidade do contribuinte, e o custo do arquivamento digital é muito menor do que custo do arquivamento físico.

Intercâmbio

A NF-e é um documento eletrônico e não requer a digitalização do original em papel, permitindo a otimização dos processos de organização, arquivamento e gerenciamento de documentos eletrônicos, facilitando a recuperação e intercâmbio das informações. Inicialmente a NF-e prevê dispensa de autorização de impressão de documentos fiscais – AIDF.

Futuramente outras obrigações acessórias poderão ser simplificadas ou eliminadas com a adoção da NF-e. Também os processos de fiscalização realizados nos postos de fiscalização de mercadorias em trânsito serão simplificados, reduzindo o tempo de parada dos veículos de cargas.
Para as empresas há o benefício de eliminar a digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias. O empresário também poderá adaptar seus sistemas para extrair as informações do documento eletrônico recebido. Isso representará a redução de custos de mão-de-obra, bem como a de possíveis erros de digitação de informações. Dúvidas poderão ser esclarecidas pelo plantão fiscal on-line.

Leite materno é alimento completo para os bebês

Além de aumentar o vínculo entre mãe e filho, a amamentação é saudável para ambos. 20h58

Lindanir Helena Tomelin – linda@fm89.com.br

Os benefícios da amamentação são muitos, tanto para a mãe, quanto para a criança. O leite materno possui anticorpos e funciona como uma vacina: protege o bebê de doenças como gripe, infecções, sarampo e diarréia. Crianças amamentadas respiram corretamente e são mais inteligentes. Quando elas chegam à idade escolar têm mais capacidade para lidar com a rotina e as adversidades. Na fase adulta têm menos chances de se tornarem obesas.

Para a mãe, a amamentação ajuda a combater o estresse, diminui o risco de desenvolver osteoporose e câncer de mama. Evita hemorragia pós-parto, recupera o peso anterior à gravidez e protege da anemia. Mulheres que amamentam se sentem menos ansiosas e estabelecem laços afetivos mais estreitos com os filhos.

O Fundo das Nações Unidas para a infância (Unicef) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam o aleitamento até os dois anos de idade ou mais. Depois do sexto mês pode ser incluído na alimentação da criança papinhas, frutas e aos poucos o mesmo alimento que a família consome.

O Unicef divulga o cálculo de que o aleitamento materno exclusivo (sem adição de chá, água ou suco) nos seis primeiros meses de vida pode evitar 1,3 milhão de mortes de crianças menores de 5 anos por ano.

Acesse um slide sobre amamentação, produzido pelo Dr. Kalil A. Auache:

Editor do site www.aleitamento.com, Dr. Marcus Renato de Carvalho explica os benefícios do aleitamento materno, clique aqui para ouvir a entrevista.

Ações desenvolvidas sobre amamentação, informações relacionadas ao tema você pode conhecer acessando os sites:
www.aleitamento.org.br
www.aleitamento.com
www.amigasdopeito.org.br
www.ibfan.org.br
www.fiocruz.br/redeblh
www.saude.gov.br
www.sp.senac.br/amamentacao